
Alergia a Pólens
Sintomas e Causas da Alergia ao Pólen
Causas:
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A alergia ao pólen ocorre quando o sistema imunológico reage de forma exagerada à presença de grãos de pólen transportados pelo ar.
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As principais fontes são plantas como árvores, gramíneas e ervas daninhas, que liberam pólen, especialmente em épocas específicas do ano.
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Fatores como predisposição genética, poluição e exposição constante ao alérgeno aumentam o risco.
Sintomas comuns:
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Espirros frequentes
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Coriza e congestão nasal
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Coceira no nariz, garganta e olhos
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Olhos lacrimejantes e vermelhos
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Tosse e dificuldade para respirar
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Em casos mais graves: exacerbação da asma
Prevenção da Alergia ao Pólen
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Evitar atividades ao ar livre nos períodos de maior liberação de pólen, como durante a manhã ou em dias secos e ventosos.
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Manter janelas fechadas durante as estações críticas e usar filtros de ar específicos em casa e no carro.
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Lavar roupas e cabelos após exposição ao ambiente externo para remover resíduos de pólen.
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Evitar secar roupas ao ar livre na época de maior polinização.
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Monitorar os níveis de pólen locais e adotar medidas preventivas nos dias de maior concentração.
Diagnóstico e Tratamento da Alergia ao Pólen
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Diagnóstico:
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Realizado por especialistas através de histórico clínico e testes alérgicos como o prick test ou exames laboratoriais para identificar a sensibilidade ao pólen.
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Tratamento:
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Uso de antialérgicos (anti-histamínicos) para alívio dos sintomas.
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Corticosteroides nasais para reduzir a inflamação.
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Lavagens nasais com soro fisiológico para remover partículas de pólen.
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Imunoterapia alérgeno-específica (vacinas para alergia), que é o único tratamento capaz de modificar a resposta imunológica e proporcionar melhora a longo prazo.
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A CEMA produz vacinas manipuladas sob medida, com produção própria de extratos, garantindo mais segurança, economia e entrega rápida.

Alergia a Ácaros
Sintomas e Causas da Alergia a Ácaros
Causas:
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A alergia é causada pela exposição a proteínas encontradas nos excrementos, partes do corpo e resíduos dos ácaros, microscópicos organismos que vivem em ambientes domésticos.
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Eles proliferam especialmente em locais com calor, umidade e poeira acumulada, como colchões, travesseiros, cortinas, carpetes e estofados.
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A predisposição genética e a exposição contínua aumentam o risco.
Sintomas comuns:
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Espirros frequentes e coriza
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Congestão nasal e coceira no nariz
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Tosse seca e recorrente
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Olhos irritados, vermelhos e lacrimejantes
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Crises de asma e dificuldade para respirar
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Sintomas geralmente se intensificam ao acordar ou após limpeza de ambientes empoeirados
Prevenção da Alergia a Ácaros da Poeira
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Higienizar regularmente a casa, especialmente colchões, travesseiros, cortinas e estofados.
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Utilizar capas antiácaro em colchões e travesseiros.
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Lavar roupas de cama semanalmente em água quente (> 55°C).
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Manter a umidade relativa do ar abaixo de 50%, utilizando desumidificadores, se necessário.
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Evitar o uso de carpetes, bichos de pelúcia e objetos que acumulem poeira.
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Garantir boa ventilação nos ambientes.
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Aspirar a casa com filtros HEPA, que capturam partículas alergênicas.
Diagnóstico e Tratamento da Alergia a Ácaros da Poeira
Diagnóstico:
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Realizado por médico alergologista através da análise do histórico clínico e exames específicos, como o prick test ou exames laboratoriais que identificam a sensibilização ao ácaro.
Tratamento:
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Medicações sintomáticas como anti-histamínicos e corticosteroides nasais, que aliviam os sintomas.
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Medidas ambientais para reduzir a exposição ao ácaro, conforme as orientações de prevenção.
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Imunoterapia alérgeno-específica (vacinas para alergia):
✔️ Tratamento que atua na causa da alergia, promovendo a dessensibilização ao ácaro.
✔️ Pode ser realizada por via subcutânea ou sublingual.
✔️ No CEMA, produzimos vacinas manipuladas com matéria-prima própria, proporcionando mais segurança, economia e entrega rápida para médicos e pacientes.

Alergia aos animais
Sintomas e Causas da Alergia a Animais
Causas:
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A alergia ocorre devido à exposição a proteínas presentes na saliva, pele, urina e pelos de animais domésticos, como cães, gatos, roedores e aves.
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O alérgeno se dispersa no ambiente através de descamação da pele (caspa), pelos e partículas microscópicas.
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Fatores de risco incluem predisposição genética, convívio próximo com animais e ambientes pouco ventilados.
Sintomas comuns:
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Espirros, congestão e coriza nasal
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Coceira no nariz, olhos e garganta
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Olhos vermelhos, irritados e lacrimejantes
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Tosse seca, chiado no peito e falta de ar
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Agravamento de quadros asmáticos e dermatites
Prevenção da Alergia a Animais
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Limitar ou evitar a presença do animal em ambientes fechados, principalmente no quarto e locais de repouso.
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Realizar limpeza frequente da casa com aspiradores de pó equipados com filtros HEPA.
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Utilizar purificadores de ar para reduzir a concentração de alérgenos.
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Dar banhos regulares nos animais, conforme orientação veterinária, para reduzir a quantidade de alérgenos.
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Evitar o uso de carpetes, cortinas e estofados que acumulam pelos e partículas.
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Lavar com frequência roupas, cobertores e utensílios usados pelo animal.
Diagnóstico e Tratamento da Alergia a Animais
Diagnóstico:
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Feito por alergologista mediante avaliação clínica e realização de testes específicos como o prick test ou exames laboratoriais que identificam a sensibilização às proteínas animais.
Tratamento:
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Uso de medicações sintomáticas: anti-histamínicos, corticosteroides nasais e broncodilatadores, conforme a gravidade.
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Adoção rigorosa das medidas preventivas ambientais.
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Imunoterapia alérgeno-específica (vacinas para alergia):
✔️ Tratamento eficaz que promove a dessensibilização ao alérgeno animal, reduzindo significativamente os sintomas a longo prazo.
✔️ Pode ser realizada por via subcutânea ou sublingual.
✔️ O CEMA produz imunoterapias personalizadas com matéria-prima própria, garantindo mais economia, segurança e entrega rápida para médicos e pacientes.

Alergia aos alimentos
Sintomas e Causas da Alergia Alimentar
Causas:
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A alergia alimentar ocorre quando o sistema imunológico identifica erroneamente proteínas de determinados alimentos como uma ameaça, desencadeando uma resposta alérgica.
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Os principais alimentos associados são: leite, ovos, amendoim, frutos do mar, soja, trigo e castanhas.
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A predisposição genética e a exposição precoce a determinados alimentos são fatores de risco importantes.
Sintomas comuns:
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Coceira e inchaço nos lábios, língua e garganta
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Urticária, eczema ou erupções cutâneas
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Náusea, vômitos, cólicas e diarreia
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Tosse, dificuldade respiratória e chiado no peito
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Em casos graves: anafilaxia, reação potencialmente fatal que exige atendimento médico imediato
Prevenção da Alergia Alimentar
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Evitar a ingestão dos alimentos que desencadeiam as reações, conforme diagnóstico médico.
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Ler atentamente os rótulos de alimentos industrializados e verificar a presença de traços de alérgenos.
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Informar familiares, amigos, cuidadores e escolas sobre a alergia e as medidas de segurança necessárias.
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Ter sempre à disposição medicamentos de emergência, como auto-injetores de adrenalina, em casos de risco anafilático.
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Introdução adequada e orientada de alimentos na infância pode reduzir o risco de desenvolvimento de alergias.
Diagnóstico e Tratamento da Alergia Alimentar
Diagnóstico:
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Realizado por alergologista, através da análise do histórico clínico, testes cutâneos (prick test) e exames laboratoriais, como dosagem de IgE específica.
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Em alguns casos, é necessário realizar um teste de provocação oral sob supervisão médica.
Tratamento:
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A principal conduta é a evitação rigorosa do alimento alergênico.
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Uso de antihistamínicos e corticosteroides em casos leves e moderados.
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Administração imediata de adrenalina intramuscular em casos de anafilaxia.
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A imunoterapia para alergias alimentares ainda está em estudo, mas já existem abordagens em alguns centros especializados.
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No CEMA, produzimos testes de alergia personalizados e oferecemos suporte aos médicos na escolha da melhor conduta, com o diferencial da produção própria de matérias-primas, garantindo mais segurança, economia e entrega rápida.

Alergia a fungos
Sintomas e Causas da Alergia a Fungos
Causas:
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A alergia ocorre devido à inalação de esporos de fungos presentes no ar.
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Fungos como Aspergillus, Alternaria, Cladosporium e Penicillium são os principais causadores de alergias.
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Ambientes úmidos, mal ventilados e com mofo favorecem o crescimento e dispersão de esporos.
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A exposição contínua pode levar a sensibilização alérgica e desencadear sintomas respiratórios.
Sintomas comuns:
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Espirros frequentes e coriza
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Congestão nasal e coceira
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Tosse seca e irritativa
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Olhos vermelhos, lacrimejantes e coceira ocular
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Agravamento de quadros de asma ou rinite alérgica
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Em casos mais graves, pode desencadear aspergilose alérgica broncopulmonar
Prevenção da Alergia a Fungos
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Manter ambientes bem ventilados e secos, reduzindo a umidade relativa do ar abaixo de 50%.
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Evitar o acúmulo de água e mofo em locais como banheiros, cozinhas, porões e sótãos.
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Realizar limpeza frequente com produtos antifúngicos em áreas suscetíveis.
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Reparar rapidamente infiltrações, vazamentos e evitar o uso de carpetes em ambientes úmidos.
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Utilizar desumidificadores em locais com alta umidade.
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Evitar exposição a folhas e compostos orgânicos em decomposição, especialmente por pessoas com alergias diagnosticadas.
Diagnóstico e Tratamento da Alergia a Fungos
Diagnóstico:
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Realizado por médico alergologista através da avaliação do histórico clínico, testes cutâneos (prick test) e exames laboratoriais.
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A espirometria pode ser solicitada para avaliação da função pulmonar em casos de asma associada.
Tratamento:
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Uso de medicações sintomáticas: anti-histamínicos, corticosteroides nasais e broncodilatadores.
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Adoção de medidas ambientais rigorosas para evitar a exposição a fungos.
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Imunoterapia alérgeno-específica (vacinas para alergia):
✔️ Pode ser indicada para dessensibilização a alérgenos fúngicos específicos.
✔️ Tratamento de longo prazo que reduz a intensidade e frequência das crises.
✔️ No CEMA, produzimos vacinas de alta qualidade, com matéria-prima própria, proporcionando mais economia, segurança e entrega rápida para médicos e pacientes.

Alergia a insetos
Alergia a picadas de insetos
Causas
A alergia pode ocorrer após picadas de abelhas, vespas, formigas, mosquitos e outros insetos.
O organismo reage ao veneno ou às proteínas presentes nas picadas, desencadeando resposta alérgica.
O risco aumenta em situações de múltiplas picadas ou em pessoas previamente sensibilizadas.
Sintomas comuns
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Vermelhidão, inchaço e dor no local da picada
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Urticária ou coceira generalizada
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Dificuldade para respirar, chiado no peito e aperto no tórax
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Tontura, desmaio, náusea, vômito ou diarreia
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Em casos graves, risco de reação anafilática
Prevenção
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Evitar andar descalço em áreas gramadas
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Não usar perfumes fortes ou roupas muito coloridas em locais com insetos
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Manter alimentos e bebidas bem tampados em áreas abertas
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Reduzir a presença de insetos em casa com telas de proteção e cuidados ambientais
Diagnóstico
O diagnóstico deve ser realizado por médico alergologista, com base no histórico clínico, testes cutâneos (prick test) e exames laboratoriais.
Tratamento
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Medicações sintomáticas: anti-histamínicos e corticosteroides
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Em casos graves, uso de adrenalina pode ser necessário
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Imunoterapia alérgeno-específica (vacinas para alergia):
✔ Indicada para pacientes com reações graves ou recorrentes
✔ Tratamento de longo prazo que reduz frequência e intensidade das crises
✔ No CEMA, as vacinas são produzidas com matéria-prima própria, garantindo mais economia, segurança e entrega rápida para médicos e pacientes

Alergia a Medicamentos
Alergia a medicamentos
Causas
A alergia a medicamentos ocorre quando o sistema imunológico identifica o fármaco como uma ameaça e reage de forma exagerada.
Entre os principais fatores estão:
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Resposta imunitária inadequada a substâncias do medicamento
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Componentes específicos, como corantes, conservantes ou excipientes
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Uso de medicamentos mais associados a alergias, como antibióticos (penicilina), anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e fármacos para epilepsia
Sintomas comuns
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Erupções cutâneas e urticária
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Coceira intensa e vermelhidão na pele
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Inchaço no rosto, lábios, língua ou garganta
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Dificuldade para respirar, tosse ou chiado no peito
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Náusea e vômitos
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Em casos graves, risco de reação anafilática
Prevenção
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Informar sempre ao médico histórico de alergias a medicamentos
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Evitar a automedicação
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Ler atentamente as bulas e rótulos de medicamentos
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Usar pulseiras ou cartões de identificação médica em casos de alergias graves
Diagnóstico
O diagnóstico deve ser feito por médico alergologista, por meio de avaliação clínica detalhada, histórico do paciente e exames específicos quando indicados.
Tratamento
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Medicações sintomáticas, como anti-histamínicos e corticosteroides
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Suspensão imediata do medicamento causador da reação
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Em situações graves, pode ser necessário o uso de adrenalina
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Imunoterapia (vacinas para alergia):
✔ Indicada em casos selecionados, conforme o tipo de alergia identificada
✔ Tratamento que busca dessensibilizar o organismo e reduzir crises
✔ No CEMA, as vacinas são produzidas com matéria-prima própria, garantindo mais economia, segurança e entrega rápida para médicos e pacientes

Alergia em Crianças
Alergia em crianças
Causas
As alergias em crianças podem ser desencadeadas por diferentes fatores:
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Alimentares: leite de vaca, ovos, frutos secos, trigo, peixe e marisco
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Ambientais: pólen, ácaros, pelos de animais e mofo
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Medicamentos: antibióticos como penicilina e analgésicos como ibuprofeno
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Picadas de insetos: abelhas, vespas e mosquitos
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Materiais e produtos: látex, cosméticos ou produtos de limpeza com substâncias químicas
Sintomas comuns
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Coceira e vermelhidão na pele
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Erupções cutâneas, como eczema
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Espirros frequentes e congestão nasal
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Tosse e dificuldade para respirar
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Olhos lacrimejantes, inchados e com coceira
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Irritabilidade e alterações de comportamento
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Problemas digestivos, como dor abdominal, náusea ou vômito
Prevenção
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Identificar e evitar contato com os principais alérgenos da criança
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Manter ambientes limpos e ventilados, reduzindo poeira e mofo
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Introduzir alimentos novos de forma gradual e sob orientação médica
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Usar produtos de higiene e limpeza hipoalergênicos
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Informar a escola e cuidadores sobre as alergias da criança
Diagnóstico
Deve ser feito por médico alergologista ou pediatra, por meio da avaliação clínica, histórico detalhado, testes cutâneos (prick test) e exames laboratoriais.
Tratamento
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Medicações sintomáticas, como anti-histamínicos e corticosteroides, quando indicado
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Suspensão ou substituição do alimento, medicamento ou substância causadora da alergia
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Imunoterapia (vacinas para alergia):
✔ Pode ser indicada para crianças com alergias persistentes ou graves
✔ Ajuda a reduzir a frequência e intensidade das crises
✔ No CEMA, as vacinas são produzidas com matéria-prima própria, garantindo mais economia, segurança e entrega rápida para médicos e pacientes
