top of page
EKR6VBF.jpg

Alergia a Pólens

Sintomas e Causas da Alergia ao Pólen

Causas:

 

  • A alergia ao pólen ocorre quando o sistema imunológico reage de forma exagerada à presença de grãos de pólen transportados pelo ar.

  • As principais fontes são plantas como árvores, gramíneas e ervas daninhas, que liberam pólen, especialmente em épocas específicas do ano.

  • Fatores como predisposição genética, poluição e exposição constante ao alérgeno aumentam o risco.
     

Sintomas comuns:
 

  • Espirros frequentes

  • Coriza e congestão nasal

  • Coceira no nariz, garganta e olhos

  • Olhos lacrimejantes e vermelhos

  • Tosse e dificuldade para respirar

  • Em casos mais graves: exacerbação da asma

    Prevenção da Alergia ao Pólen

     

  • Evitar atividades ao ar livre nos períodos de maior liberação de pólen, como durante a manhã ou em dias secos e ventosos.

  • Manter janelas fechadas durante as estações críticas e usar filtros de ar específicos em casa e no carro.

  • Lavar roupas e cabelos após exposição ao ambiente externo para remover resíduos de pólen.

  • Evitar secar roupas ao ar livre na época de maior polinização.

  • Monitorar os níveis de pólen locais e adotar medidas preventivas nos dias de maior concentração.

    Diagnóstico e Tratamento da Alergia ao Pólen

     

  • Diagnóstico:

  • Realizado por especialistas através de histórico clínico e testes alérgicos como o prick test ou exames laboratoriais para identificar a sensibilidade ao pólen.

  • Tratamento:

  • Uso de antialérgicos (anti-histamínicos) para alívio dos sintomas.

  • Corticosteroides nasais para reduzir a inflamação.

  • Lavagens nasais com soro fisiológico para remover partículas de pólen.

  • Imunoterapia alérgeno-específica (vacinas para alergia), que é o único tratamento capaz de modificar a resposta imunológica e proporcionar melhora a longo prazo.

  • A CEMA produz vacinas manipuladas sob medida, com produção própria de extratos, garantindo mais segurança, economia e entrega rápida.

AdobeStock_1233101121.jpeg

Alergia a Ácaros

Sintomas e Causas da Alergia a Ácaros 

Causas:
 

  • A alergia é causada pela exposição a proteínas encontradas nos excrementos, partes do corpo e resíduos dos ácaros, microscópicos organismos que vivem em ambientes domésticos.

  • Eles proliferam especialmente em locais com calor, umidade e poeira acumulada, como colchões, travesseiros, cortinas, carpetes e estofados.

  • A predisposição genética e a exposição contínua aumentam o risco.
     

Sintomas comuns:
 

  • Espirros frequentes e coriza

  • Congestão nasal e coceira no nariz

  • Tosse seca e recorrente

  • Olhos irritados, vermelhos e lacrimejantes

  • Crises de asma e dificuldade para respirar

  • Sintomas geralmente se intensificam ao acordar ou após limpeza de ambientes empoeirados


Prevenção da Alergia a Ácaros da Poeira
 

  • Higienizar regularmente a casa, especialmente colchões, travesseiros, cortinas e estofados.

  • Utilizar capas antiácaro em colchões e travesseiros.

  • Lavar roupas de cama semanalmente em água quente (> 55°C).

  • Manter a umidade relativa do ar abaixo de 50%, utilizando desumidificadores, se necessário.

  • Evitar o uso de carpetes, bichos de pelúcia e objetos que acumulem poeira.

  • Garantir boa ventilação nos ambientes.

  • Aspirar a casa com filtros HEPA, que capturam partículas alergênicas.


Diagnóstico e Tratamento da Alergia a Ácaros da Poeira

Diagnóstico:
 

  • Realizado por médico alergologista através da análise do histórico clínico e exames específicos, como o prick test ou exames laboratoriais que identificam a sensibilização ao ácaro.


Tratamento:
 

  • Medicações sintomáticas como anti-histamínicos e corticosteroides nasais, que aliviam os sintomas.

  • Medidas ambientais para reduzir a exposição ao ácaro, conforme as orientações de prevenção.

  • Imunoterapia alérgeno-específica (vacinas para alergia):
    ✔️ Tratamento que atua na causa da alergia, promovendo a dessensibilização ao ácaro.
    ✔️ Pode ser realizada por via subcutânea ou sublingual.
    ✔️ No CEMA, produzimos vacinas manipuladas com matéria-prima própria, proporcionando mais segurança, economia e entrega rápida para médicos e pacientes.

QV65ZUE.jpg

Alergia aos animais

Sintomas e Causas da Alergia a Animais
 
Causas:
 

  • A alergia ocorre devido à exposição a proteínas presentes na saliva, pele, urina e pelos de animais domésticos, como cães, gatos, roedores e aves.

  • O alérgeno se dispersa no ambiente através de descamação da pele (caspa), pelos e partículas microscópicas.

  • Fatores de risco incluem predisposição genética, convívio próximo com animais e ambientes pouco ventilados.
     

Sintomas comuns:
 

  • Espirros, congestão e coriza nasal

  • Coceira no nariz, olhos e garganta

  • Olhos vermelhos, irritados e lacrimejantes

  • Tosse seca, chiado no peito e falta de ar

  • Agravamento de quadros asmáticos e dermatites


Prevenção da Alergia a Animais
 

  • Limitar ou evitar a presença do animal em ambientes fechados, principalmente no quarto e locais de repouso.

  • Realizar limpeza frequente da casa com aspiradores de pó equipados com filtros HEPA.

  • Utilizar purificadores de ar para reduzir a concentração de alérgenos.

  • Dar banhos regulares nos animais, conforme orientação veterinária, para reduzir a quantidade de alérgenos.

  • Evitar o uso de carpetes, cortinas e estofados que acumulam pelos e partículas.

  • Lavar com frequência roupas, cobertores e utensílios usados pelo animal.


Diagnóstico e Tratamento da Alergia a Animais

Diagnóstico:
 

  • Feito por alergologista mediante avaliação clínica e realização de testes específicos como o prick test ou exames laboratoriais que identificam a sensibilização às proteínas animais.


Tratamento:
 

  • Uso de medicações sintomáticas: anti-histamínicos, corticosteroides nasais e broncodilatadores, conforme a gravidade.

  • Adoção rigorosa das medidas preventivas ambientais.

  • Imunoterapia alérgeno-específica (vacinas para alergia):
    ✔️ Tratamento eficaz que promove a dessensibilização ao alérgeno animal, reduzindo significativamente os sintomas a longo prazo.
    ✔️ Pode ser realizada por via subcutânea ou sublingual.
    ✔️ O CEMA produz imunoterapias personalizadas com matéria-prima própria, garantindo mais economia, segurança e entrega rápida para médicos e pacientes.

Castanha-do-pará

Alergia aos alimentos

Sintomas e Causas da Alergia Alimentar
 
Causas:
 

  • A alergia alimentar ocorre quando o sistema imunológico identifica erroneamente proteínas de determinados alimentos como uma ameaça, desencadeando uma resposta alérgica.

  • Os principais alimentos associados são: leite, ovos, amendoim, frutos do mar, soja, trigo e castanhas.

  • A predisposição genética e a exposição precoce a determinados alimentos são fatores de risco importantes.


Sintomas comuns:
 

  • Coceira e inchaço nos lábios, língua e garganta

  • Urticária, eczema ou erupções cutâneas

  • Náusea, vômitos, cólicas e diarreia

  • Tosse, dificuldade respiratória e chiado no peito

  • Em casos graves: anafilaxia, reação potencialmente fatal que exige atendimento médico imediato


Prevenção da Alergia Alimentar
 

  • Evitar a ingestão dos alimentos que desencadeiam as reações, conforme diagnóstico médico.

  • Ler atentamente os rótulos de alimentos industrializados e verificar a presença de traços de alérgenos.

  • Informar familiares, amigos, cuidadores e escolas sobre a alergia e as medidas de segurança necessárias.

  • Ter sempre à disposição medicamentos de emergência, como auto-injetores de adrenalina, em casos de risco anafilático.

  • Introdução adequada e orientada de alimentos na infância pode reduzir o risco de desenvolvimento de alergias.


Diagnóstico e Tratamento da Alergia Alimentar

Diagnóstico:
 

  • Realizado por alergologista, através da análise do histórico clínico, testes cutâneos (prick test) e exames laboratoriais, como dosagem de IgE específica.

  • Em alguns casos, é necessário realizar um teste de provocação oral sob supervisão médica.


Tratamento:
 

  • A principal conduta é a evitação rigorosa do alimento alergênico.

  • Uso de antihistamínicos e corticosteroides em casos leves e moderados.

  • Administração imediata de adrenalina intramuscular em casos de anafilaxia.

  • A imunoterapia para alergias alimentares ainda está em estudo, mas já existem abordagens em alguns centros especializados.

  • No CEMA, produzimos testes de alergia personalizados e oferecemos suporte aos médicos na escolha da melhor conduta, com o diferencial da produção própria de matérias-primas, garantindo mais segurança, economia e entrega rápida.

GUYNZQS.jpg

Alergia a fungos

Sintomas e Causas da Alergia a Fungos

Causas:
 

  • A alergia ocorre devido à inalação de esporos de fungos presentes no ar.

  • Fungos como Aspergillus, Alternaria, Cladosporium e Penicillium são os principais causadores de alergias.

  • Ambientes úmidos, mal ventilados e com mofo favorecem o crescimento e dispersão de esporos.

  • A exposição contínua pode levar a sensibilização alérgica e desencadear sintomas respiratórios.
     

Sintomas comuns:
 

  • Espirros frequentes e coriza

  • Congestão nasal e coceira

  • Tosse seca e irritativa

  • Olhos vermelhos, lacrimejantes e coceira ocular

  • Agravamento de quadros de asma ou rinite alérgica

  • Em casos mais graves, pode desencadear aspergilose alérgica broncopulmonar


Prevenção da Alergia a Fungos
 

  • Manter ambientes bem ventilados e secos, reduzindo a umidade relativa do ar abaixo de 50%.

  • Evitar o acúmulo de água e mofo em locais como banheiros, cozinhas, porões e sótãos.

  • Realizar limpeza frequente com produtos antifúngicos em áreas suscetíveis.

  • Reparar rapidamente infiltrações, vazamentos e evitar o uso de carpetes em ambientes úmidos.

  • Utilizar desumidificadores em locais com alta umidade.

  • Evitar exposição a folhas e compostos orgânicos em decomposição, especialmente por pessoas com alergias diagnosticadas.


Diagnóstico e Tratamento da Alergia a Fungos

Diagnóstico:
 

  • Realizado por médico alergologista através da avaliação do histórico clínico, testes cutâneos (prick test) e exames laboratoriais.

  • A espirometria pode ser solicitada para avaliação da função pulmonar em casos de asma associada.


Tratamento:
 

  • Uso de medicações sintomáticas: anti-histamínicos, corticosteroides nasais e broncodilatadores.

  • Adoção de medidas ambientais rigorosas para evitar a exposição a fungos.

  • Imunoterapia alérgeno-específica (vacinas para alergia):
    ✔️ Pode ser indicada para dessensibilização a alérgenos fúngicos específicos.
    ✔️ Tratamento de longo prazo que reduz a intensidade e frequência das crises.
    ✔️ No CEMA, produzimos vacinas de alta qualidade, com matéria-prima própria, proporcionando mais economia, segurança e entrega rápida para médicos e pacientes.

Coletando o pólen da flor

Alergia a insetos

Alergia a picadas de insetos

Causas

A alergia pode ocorrer após picadas de abelhas, vespas, formigas, mosquitos e outros insetos.
O organismo reage ao veneno ou às proteínas presentes nas picadas, desencadeando resposta alérgica.
O risco aumenta em situações de múltiplas picadas ou em pessoas previamente sensibilizadas.
 
Sintomas comuns
 

  • Vermelhidão, inchaço e dor no local da picada

  • Urticária ou coceira generalizada

  • Dificuldade para respirar, chiado no peito e aperto no tórax

  • Tontura, desmaio, náusea, vômito ou diarreia

  • Em casos graves, risco de reação anafilática
     

Prevenção
 

  • Evitar andar descalço em áreas gramadas

  • Não usar perfumes fortes ou roupas muito coloridas em locais com insetos

  • Manter alimentos e bebidas bem tampados em áreas abertas

  • Reduzir a presença de insetos em casa com telas de proteção e cuidados ambientais


Diagnóstico

O diagnóstico deve ser realizado por médico alergologista, com base no histórico clínico, testes cutâneos (prick test) e exames laboratoriais.
Tratamento

  • Medicações sintomáticas: anti-histamínicos e corticosteroides

  • Em casos graves, uso de adrenalina pode ser necessário

  • Imunoterapia alérgeno-específica (vacinas para alergia):
    ✔ Indicada para pacientes com reações graves ou recorrentes
    ✔ Tratamento de longo prazo que reduz frequência e intensidade das crises
    ✔ No CEMA, as vacinas são produzidas com matéria-prima própria, garantindo mais economia, segurança e entrega rápida para médicos e pacientes

Embalagens de blisters de medicamentos variados

Alergia a Medicamentos

Alergia a medicamentos
 
Causas

A alergia a medicamentos ocorre quando o sistema imunológico identifica o fármaco como uma ameaça e reage de forma exagerada.

Entre os principais fatores estão:
 

  • Resposta imunitária inadequada a substâncias do medicamento

  • Componentes específicos, como corantes, conservantes ou excipientes

  • Uso de medicamentos mais associados a alergias, como antibióticos (penicilina), anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e fármacos para epilepsia
     

Sintomas comuns
 

  • Erupções cutâneas e urticária

  • Coceira intensa e vermelhidão na pele

  • Inchaço no rosto, lábios, língua ou garganta

  • Dificuldade para respirar, tosse ou chiado no peito

  • Náusea e vômitos

  • Em casos graves, risco de reação anafilática
     

Prevenção

  • Informar sempre ao médico histórico de alergias a medicamentos

  • Evitar a automedicação

  • Ler atentamente as bulas e rótulos de medicamentos

  • Usar pulseiras ou cartões de identificação médica em casos de alergias graves
     

Diagnóstico

O diagnóstico deve ser feito por médico alergologista, por meio de avaliação clínica detalhada, histórico do paciente e exames específicos quando indicados.
Tratamento

  • Medicações sintomáticas, como anti-histamínicos e corticosteroides

  • Suspensão imediata do medicamento causador da reação

  • Em situações graves, pode ser necessário o uso de adrenalina

  • Imunoterapia (vacinas para alergia):
    ✔ Indicada em casos selecionados, conforme o tipo de alergia identificada
    ✔ Tratamento que busca dessensibilizar o organismo e reduzir crises
    ✔ No CEMA, as vacinas são produzidas com matéria-prima própria, garantindo mais economia, segurança e entrega rápida para médicos e pacientes

WT5JXGM.jpg

Alergia em Crianças

Alergia em crianças

Causas

As alergias em crianças podem ser desencadeadas por diferentes fatores:

  • Alimentares: leite de vaca, ovos, frutos secos, trigo, peixe e marisco

  • Ambientais: pólen, ácaros, pelos de animais e mofo

  • Medicamentos: antibióticos como penicilina e analgésicos como ibuprofeno

  • Picadas de insetos: abelhas, vespas e mosquitos

  • Materiais e produtos: látex, cosméticos ou produtos de limpeza com substâncias químicas

 

Sintomas comuns

  • Coceira e vermelhidão na pele

  • Erupções cutâneas, como eczema

  • Espirros frequentes e congestão nasal

  • Tosse e dificuldade para respirar

  • Olhos lacrimejantes, inchados e com coceira

  • Irritabilidade e alterações de comportamento

  • Problemas digestivos, como dor abdominal, náusea ou vômito

 

Prevenção

  • Identificar e evitar contato com os principais alérgenos da criança

  • Manter ambientes limpos e ventilados, reduzindo poeira e mofo

  • Introduzir alimentos novos de forma gradual e sob orientação médica

  • Usar produtos de higiene e limpeza hipoalergênicos

  • Informar a escola e cuidadores sobre as alergias da criança

 

Diagnóstico

Deve ser feito por médico alergologista ou pediatra, por meio da avaliação clínica, histórico detalhado, testes cutâneos (prick test) e exames laboratoriais.

Tratamento

  • Medicações sintomáticas, como anti-histamínicos e corticosteroides, quando indicado

  • Suspensão ou substituição do alimento, medicamento ou substância causadora da alergia

  • Imunoterapia (vacinas para alergia):
    ✔ Pode ser indicada para crianças com alergias persistentes ou graves
    ✔ Ajuda a reduzir a frequência e intensidade das crises
    ✔ No CEMA, as vacinas são produzidas com matéria-prima própria, garantindo mais economia, segurança e entrega rápida para médicos e pacientes

bottom of page